sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Estudo de caso (Aula dia 13/12/2013)

De início tivemos a dinâmica da teia, o grupo foi totalmente integrado na mesma, e o objetivo era passar o barbante para uma colega e atribuir uma palavra a mesma.Dessa forma criou-se uma teia entre a turma e a cada discurso percebemos o quanto esses quatro anos que passamos juntas marcou nossa vida.Com a dinâmica aprendemos que todos estamos ligados querendo ou não, mesmo tendo personalidades diferentes fazemos parte de um todo, um só grupo, uma só turma.E se estamos unidos podemos e devemos ajudar e entender um ao outro, e essa lição fica não só para uma turma acadêmica, mas, para toda a vida.
Em seguida a turma se dividiu em 4 grupos para analisarmos os estudos de caso.Cada grupo ficou com uma situação para solucionar da melhor maneira possível.O grupo teve que confrontar a solução encontrada com a orientação de um psicólogo.
Através da nossa e das demais apresentações aprendemos que é natural as crianças passarem por situações complicadas envolvendo a sexualidade, mas, elas podem ser resolvidas não só pela escola, ou pelo professor, mas também pela família ou por um especialista na área, com uma conversa sobre o assunto.O importante é que a criança tenha sua dúvida esclarecida e que a informação socializada esteja de acordo com o que a mesma já sabe e com sua faixa etária.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Homofobia (Aula 06/12/13)

A homofobia é um dos males que está presente na nossa sociedade.Esse conjunto de emoções negativas, desprezo, ódio, desconforto e etc, acompanha a rotina diária de muitos brasileiros homossexuais, que tem que conviver com o preconceito e a violência por parte dos homofóbicos.
A homofobia está em todo lugar, nas ruas, lojas, comunidades, família e até nas escolas, onde muitas vezes é consentida e ensinada.
Diversas vezes ela apresenta-se mascarada por padrões impostos pela sociedade e estimulados pelas instituições.Esses padrões impõe os papeis que homens e mulheres devem ter e classificam o que cada um pode fazer e/ou usar, além do comportamento que os mesmos devem ter.
As questões de gênero que ouvimos desde criança e que encaramos com naturalidade já trazem esses padrões, como o de que menino só pode usar azul e menina só pode usar rosa, e se descumprirem essa regra acontece um certo estranhamento por parte pessoas.Como isso é possível nos dias de hoje?
Cor de roupa, nem tão pouco roupa ou estilo define a opção sexual do indivíduo.Porém há grande predominância desses padrões na sociedade em que vivemos.
Existe um modelo hegemônico de masculinidade, nele são induzidas atitudes que devem ser seguidas fielmente, como o homem não pode ter aspectos de feminilidade, nem pode demonstrar afeto, e sim ter atitudes viris e agressivas.Muitos meninos criados com esses padrões provavelmente se tornarão machistas.Quem nunca ouviu essa frase:"Isso é coisa de homem" ou "Eu posso por que sou homem", tudo isso faz com que a homofobia aumente cada dia mais.
A violência é enorme e os casos de homicídios e suicídios são gritantes.Muitos deles nem ficamos sabendo, pois poucos são divulgados na mídia.
Os Estados Unidos, Canadá e a França apresentam um  índice alarmante de suicídios entre os homossexuais.E no Brasil o número de suicídios é bem relevante e vem aumentando ultimamente.
A homofobia prejudica muito a vida escolar das pessoas LGBT, as mesmas sofrem violência e desconforto, afetando o seu bem estar e a sua auto-estima, muitos não suportam toda pressão dos homofóbicos e acabam se evadindo da escola.Poucos concluem os estudos.O que também prejudica o processo de inserção e a permanência no mercado de trabalho.
Desmistificar esses padrões que incentivam a homofobia é um desafio que todos nós devemos tomar pra si, principalmente nós educadores.A escola pode ser um ambiente sem discriminação,  um ambiente seguro para todos, independente da opção sexual de cada um.É difícil mas, é possível lutar contra a homofobia.
Informação, exemplos de casos reais e diálogo entre escola, família e comunidade é um dos meios para enfrentar essa barreira que destrói  cada dia mais as pessoas LGBT.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Vídeo: Campanha Contra Homofobia na Irlanda

Esse vídeo também faz parte da Campanha Contra a homofobia.O mesmo aborda a história de dois  jovens que se relacionam na escola.Comparando esse vídeo com o anterior (Encontrando Bianca) podemos perceber que em cada um deles prevalece uma tipo de preconceito diferente.No primeiro vídeo feito no Brasil a transexual Bianca sofria um preconceito físico em forma de ameaças violentas, já no segundo que foi feito na Irlanda o preconceito era verbal, mesmo assim não deixa se ser algo ofensivo e destrutivo.

Vídeo: MEC BRASIL Encontrando Bianca

O vídeo relata a história da transexual Bianca que sofre muito preconceito ao frequentar a escola.A mesma  tem o sonho de ser professora.Para isso tem que lutar e enfrentar essa barreira terrível denominada preconceito.

Sexualidade nas diversas fases da vida (Aula dia 29/11/13)

Nesta aula discutimos sobre a sexualidade na infância, na adolescência e na terceira idade, através da exposição de slides analisamos como é vivenciada a sexualidade em cada uma das fases da vida.
Percebemos que na infância a sexualidade é negada.Muitas crianças descobrem o próprio corpo e tem curiosidade de saber por que são diferentes umas das outras e de que forma nasceram.Porém quando expressam algumas características da sua sexualidade, estas são consideradas com um certo estranhamento dos pais ou familiares, pois a maioria defende que as crianças não tem manifestações de sexualidade e que suas dúvidas não devem ser esclarecidas.É natural que as crianças expressem sua sexualidade através dessas manifestações e dúvidas frequentes nessa fase.O que é aconselhável em relação a isso é explicar o que é adequado para a idade de cada criança e quando for responder suas dúvidas sempre perguntar antes: "O que você sabe sobre isso"? assim o responsável por ela saberá esclarecer sua dúvida e adequar a informação com  faixa etária da criança.
Na adolescência a sexualidade é mal vista, nesta fase acontecem diversas transformações físicas e psicológicas.É difícil para o jovem lidar com seu novo corpo e com todas as questões existentes nessa fase.Os adolescentes passam a buscar identidade pessoal e sexual.Eles buscam ainda conhecer a si próprio e o mundo ao qual fazem parte.Além disso formam seus próprios valores e concepções e começam a planejar o futuro que querem seguir.
 Na terceira idade a sexualidade é ridicularizada.Infelizmente as manifestações da sexualidade dos idosos são vistas com preconceito pela maioria da sociedade.Muitos pensam que por já terem vivido muito ou pela idade que tem, os idosos não podem se relacionar com outra pessoa ou demonstrar afeto, carinho e etc.O que é um equívoco enorme.Nunca é tarde pra se viver, portanto nunca é tarde pra amar e ser amado e claro expressar sua sexualidade em qualquer fase da vida.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Vídeo: Sexualidade na Adolescência - Pronto Atendimento


Vídeo: Adolescência e a sexualidade


Sexualidade na adolescência (Aula do dia 22/11/13)

A sexualidade é um processo natural que passamos desde o nascimento até o fim da vida.Sabemos que em cada fase da vida as mudanças são diferentes e ganham acréscimos com o desenvolvimento do corpo humano.
Na adolescência as mudanças ou transformações afloram de forma mais notável.Os adolescentes percebem que seu corpo está mudando.E além das mudanças no corpo, surgem  novas ideias e/ou concepções que são assimiladas pelos mesmos nessa fase.
O jovem percebe que não é mais criança, porém, ainda não é adulto.É um dilema difícil que todos têm que enfrentar.Há uma busca para construção de uma identidade, por isso muitos jovens acabam formando tribos.Além disso tendem a ter atitudes de adultos como beber, fumar, ter relações sexuais e etc.É um período de experimentação, e se não houver um certo cuidado, é perigoso, pois com toda curiosidade natural dessa fase muitos adolescentes experimentam e entram no mundo das drogas.Mundo esse, que sabemos os caminhos que levam a maioria dos que entram nele.
Muitos adolescentes sofrem com as transformações ocorridas no seu corpo.Os mesmos não sabem como lidar com elas, e muitos sentem vergonha do próprio corpo.Tanto meninas como meninos veem seu corpo se desenvolvendo e tem que aprender como se portar com o mesmo.Sem falar na pressão e/ou brincadeiras de mau gosto que sofrem de amigos e colegas por causa dessas mudanças.
Nas meninas as principais mudanças no corpo são: crescimento das mamas e pêlos nas axilas e no púbis, alargamento do quadril e a primeira menstruação.
Já nos meninos as principais mudanças são: crescimento de pêlos no corpo todo, alargamento dos ombros, mudança de voz, os testículos e o pênis aumentam de tamanho, há produção de espermatozóides.
A adolescência é um turbilhão de emoções, um período de transição que os adolescentes passam onde descobrem o mundo e a si mesmo.
Atitudes, ideias, confronto, dúvidas, amizades, experimentação, amores, festas, brigas, mudanças, enfim tudo isso faz parte da adolescência.Essa é uma fase sensível pois, como já foi dito é um período de transição.Lidar com ela não é fácil, mas, é possível encarando as mudanças com naturalidade e informação adequada, torna o processo que é necessário para alcançar a vida adulta bem mais fácil.
A informação é essencial em todas as fases do desenvolvimento mas, principalmente nesta que nos referimos.Sem ela o adolescente pode entrar em algumas situações de risco como drogas, alcoolismo, gravidez precoce, DSTs e etc.
Hoje em dia a mídia traz muitas informações sobre sexualidade,  porém, algumas são errôneas e influenciáveis.
Muitas músicas que circulam entre os jovens trazem a sexualidade como algo vulgar e o sexo como ideia central.Sabemos que a sexualidade é muito mais que isso.É um conhecimento contínuo sobre o nosso corpo e as ações que desempenhamos com o mesmo.
É importante a integração da família e da escola para  apoiar e orientar os adolescentes nesse período.Muitos pais não falam desse tema com seus filhos, com isso os mesmos vão  se informar através de outros meios como mídia e internet.Nem sempre eles terão as informações adequadas para suas dúvidas.Por isso é tão importante e necessário que família e escola caminhem juntas com o objetivo de orientar os adolescentes e esclarecer suas dúvidas sobre sexualidade e outros temas.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Preciso amar e ser amado

Eu vivo em um mundo de sonhos 
Onde meu maior pesadelo é a realidade 
Realidade essa de que eu não nasci pra ser feliz 
Muito menos ser amado, amado de verdade 
É verdade que, não sou amado como amo 
Mesmo assim nunca deixarei de amar como devo 
Devo amar da melhor maneira possível, amar com toda sinceridade 
Sinceridade é o que eu mais quero, sinceridade é o que lhe peço  
Peço que não me diga um "Eu te amo" sem realmente me amar 
Amar é o que eu mais faço 
Amar é o que eu mais quero 
Quero você aqui comigo 
Quero você aqui me amando 
Amando meu mundo fica completo 
Amando tudo fica perfeito 
O Perfeito não existe 
É o que todos dizem 
Dizem que, o que passa em minhas veias e faz meu corpo viver  é sangue 
No meu caso é diferente 
O que passa em minhas veias é amor 
O Amor é vital para mim 
Sem amor eu não vivo 
Sem amor eu não existo.

Caio Santos

Amor e Sexo, Rita Lee


Pensamento infantil, sexualidade


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Fases Psicossexuais do Desenvolvimento, segundo Freud (08/11/2013)

No início da aula participamos de uma dinâmica denominada: Meu objeto.Nela tínhamos que escolher um objeto que usamos na nossa rotina e falarmos sobre o mesmo.Cada pessoa apresentou pra turma o que tinha escrito sobre o objeto, e os textos foram se revelando os mais engraçados e criativos.Após o término analisamos como foi o desenvolvimento da dinâmica e o que a mesma representou para nós.
Em seguida tivemos uma exposição e discussão sobre as fases psicossexuais do desenvolvimento, segundo Freud (oral, anal, fálica, latência e genital). Lemos e analisamos as fases e as características das mesmas que cada criança passa no seu desenvolvimento.Através da discussão percebemos as diferentes ações que acontecem com as crianças nessas  fases.
É importante que nós educadores conheçamos as fases do desenvolvimento da criança, é um conhecimento importante e essencial para a prática da sala de aula.Lidando com as mudanças que ocorrem em cada uma das fases das crianças estaremos ajudando as mesmas a entenderem que esse processo é normal e necessário para o seu desenvolvimento saudável.Apesar de serem diferentes em suas características cada fase apresenta sua importância no processo de desenvolvimento da criança.

Debate sobre Mitos e Tabus da Sexualidade ( Aula do dia 01/11/2013)

Nesta aula bem como está evidenciado no título houve um debate sobre o tema referido, o qual foi feito uma pesquisa para discutirmos em sala os principais resultados da mesma.
A turma foi dividida em dois grupos que apresentaram e confrontaram seus mitos e tabus, havendo assim uma discussão bastante proveitosa, onde foi possível expor os resultados da pesquisa, além de esclarecermos nossas dúvidas sobre o tema.
A sexualidade é um tema que ainda é visto por muitos como tabu,  por isso está  repleta de mitos que acabam mascarando a verdade sobre a mesma.Com isso algumas pessoas veem esses mitos como "VERDADES" e não procuram se informar através de informações e/ou  pesquisas sobre a temática.
Entre os diversos temas dos mitos que discutimos esses foram os principais: gestação, virgindade e sexo.
Sabemos que os mitos sobre sexualidade existem, então o que devemos fazer para que os mesmos não virem "VERDADES"?
Não há uma receita, e sim possibilidades, uma delas é pesquisar nos diversos espaços (comunidade, instituições, livros, internet e etc) para que os educandos e educadores possam analisar as informações obtidas e perceber que os mitos sobre sexualidade são informações equivocadas  transmitidas há vários anos.
E o que ficou dessa aula?
Muitas coisas.Mas, posso resumir em poucas palavras:
Os mitos existem, como educadoras temos que lidar com eles, porém devemos mostrar e instigar nossos educandos para não permanecerem neles ou no senso comum, mas, ir atrás de novos conhecimentos que farão os mesmos analisarem, questionarem e criticarem construindo suas próprias ideias e concepções sobre o tema.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Mitos e tabus da sexualidade humana


A sexualidade sempre foi uma fonte de inúmeros preconceitos e fantasias. Muitas vezes os mitos e a repressão sexual criam grandes obstáculos para o exercício saudável do sexo.
Sempre se ouve falar dos “mitos sexuais” É grande o número de pessoas que acreditam neles.
. Os mitos surgem expressando o modo de pensar de uma parte da sociedade e de forma automática são repassados de uma geração a outra sem questionamento, inclusive como são e o que valem as coisas e os seres humanos.
“Os códigos de conduta – essa listagem interna de cada um sobre o que é adequado ou inadequado – são construídos no processo de socialização e, portanto, estão intimamente ligados à cultura”.
Nenhuma cultura lida com o sexo “como um fato natural bruto, mas já o vive e compreende simbolicamente, dando-lhe sentidos, valores, criando normas, interditos e permissões” Chaui (1991: 22).
É importante saber que todo ser humano tem direito a usufrui da própria sexualidade.
Uma mitologia alimentada por informações erradas rodeia a sexualidade em todas as idades. Os mitos multiplicam-se, proporcionalmente, ao desconhecimento, ao medo e às inibições que levam tantas pessoas a sofrerem desnecessariamente. Buscar Informações é a forma mais adequada para lidar com os mitos e ajuda a recuperar a capacidade de ser feliz sexualmente.
Mitos referentes à sexualidade humana
* Supõe-se que: o desejo sexual automaticamente diminui com a idade. (Falso) O desejo acompanha o indivíduo do início da vida até a morte.
* Mulher tem menos desejo do que o homem. (Falso) o que acontece é que as mulheres ao longo do tempo e nas mais diversas culturas, têm sido bastante reprimidas.
*Excesso de masturbação pode levar o homem a ter problema de disfunção erétil e a mulher a anorgasmia (não ter prazer) (Falso) A masturbação é um comportamento absolutamente normal e pode estar presente em qualquer idade.
*É errado ter fantasias sexuais. (Falso) as fantasias sexuais, são desejos reprimidos, que podem e devem vir a tona na hora do sexo.Devem ser realizadas, mas respeitando a vontade do parceiro.
*Homem que faz vasectomia ou a mulher que faz laqueadura deixa de ter desejo. (Falso)
*Entre um casal, o homem deve sempre tomar a iniciativa da relação sexual. (Falso)
*O homem não tem, ou não deve expressar certos sentimentos.(Falso) O homem como ser humano tem sentimentos, tem o direito de expressar o que sente, expressa-los não vão torna-lo menos homem..
*O homem é o encarregado de dirigir e orquestrar o sexo, sendo ele o único responsável pelo orgasmo da mulher...
*O tamanho do pênis é importante para o prazer sexual da mulher (Falso) O tamanho do pênis, ao contrário do que se pensa, nada tem a ver com virilidade.
*Sexo significa somente penetração vaginal. (Falso) O ato sexual é bem mais amplo, podendo ser praticado de varias formas.
*Quantidade de vezes que se pratica sexo é mais importante do que a qualidade.(Falso).
*A mulher sempre sangra na sua primeira relação sexual.(Falso) Nem sempre, já que os corpos femininos se diferem. Existem hímens finos que o rompimento nem é percebido e outros mais espessos que podem ser percebidos na hora da penetração, além de acontecer o sangramento.
*Durante o período de gestação a mulher não pode ter relações sexuais. (Falso) Gravidez não é doença.
*Mulher ao retirar o útero deixa de ter orgasmo. (Falso) Com a retirada do útero as respostas sexuais continuam existindo.
Disponível em:http://www.marilandes.com.br/117.htm

Primeiras discussões, da 1ª à 3ª aula


Em nossa primeira aula falamos um pouco sobre o Plano de Curso e sobre questões envolvendo a sexualidade.Além disso participamos de uma dinâmica em que dançamos ao som da música "Como tem Zé na Paraíba", de Jackson do Pandeiro.O lúdico e o envolvimento da turma na dinâmica foi importante para somar com o que havíamos discutido antes e depois da mesma.Nossas primeiras reflexões sobre a temática da disciplina começaram a florescer e creio que até o final da mesma poderemos conhecer, analisar, questionar, criticar, concordar, discordar, aprender, reaprender...
Na segunda aula tivemos a leitura e discussão do texto:"Série Saúde Preventiva, Conversando Sobre Sexualidade". Entendo que a sexualidade é um conjunto de ações, comportamentos e pensamentos relacionados ao nosso corpo.A sexualidade é um processo de aprendizagem que recebemos desde que nascemos e que se modifica em cada fase que passamos na vida.A mesma recebe influência da sociedade, da família e dos valores de cada indivíduo.
Já o sexo pode ser entendido como modo de identificação ou classificação entre feminino e masculino ou pode se referir também a prática de relação sexual.
Nesta aula tivemos também a exposição do vídeo da música: Já sei namorar, de Kid Abelha.
Na terceira aula participamos da dinâmica: Troca de sapatos.Em círculo, ao som da música Sapato velho dançamos descalças, e quando a música parava tínhamos que calçar o sapato que estive em nossa frente.Tivemos muitas trocas de sapatos e, ao final podemos descrever o que sentimos e caracterizar os sapatos que calçamos e a sensação que sentimos com cada qual.Foi muito divertido e proveitoso essa experiência.Dando continuidade a aula foram expostos slides sobre Sexo e Sexualidade, a partir daí dialogamos sobre a temática, e a importância de se incluir a mesma nos conteúdos das disciplinas na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, claro que abordando cada tema de forma adequada de acordo com a faixa etária da criança ou adolescente.
Sabemos o quanto é importante discutir essa tema com os educandos nas escolas, na família e em qualquer instituição que o mesmo participe.Porém sabemos que é difícil o diálogo sobre sexualidade, afinal a mesma ainda carrega mitos e tabus antigos que ainda prevalecem nos dias de hoje.E muitos por falta de informação acham que falar sobre sexo com crianças ou adolescentes fará com que os mesmos antecipam sua vida sexual, o que é um grande equívoco da maioria.
A sexualidade é um aspecto normal do nosso corpo, uma área de conhecimento que devemos discutir para tentarmos acabar com esses mitos e tabus que a rodeiam.Além disso ao falarmos sobre sexualidade estamos nos informando e conhecendo nosso próprio corpo, sem falar que a saúde completa do mesmo depende de como lidamos e tratamos nossa sexualidade.


Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)




  • 1. Sexualidade - A sexualidade, no ser humano, possui um longo desenvolvimento e tem seu início desde o nascimento; - “Sexualidade não é sinônimo de relação sexual. Sexualidade é a energia que motiva a encontrar o amor, o contato e a intimidade e se expressa na forma de sentir, nos movimentos das pessoas, e como estas tocam e são tocadas”;
  • 2. - A sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, comportamentos e interações; - Depende da pessoa, das suas características genéticas, das da educação familiar, das interações ambientais, das condições socioculturais, etc; - É na adolescência que se evidenciam os comportamentos sócio-afetivos e sexuais.
  • 3. Saída da Infância Meninas: Menstruação Emoções despertadas: -Angústia e culpa; - Experiências desejadas e, portanto, motivo de orgulho. Meninos: Primeira ejaculação
  • 4. Características da Sexualidade - Por volta dos 11 – 12 anos, o adolescente está mais voltado para si mesmo, para o seu corpo; - O despertar da masturbação: essa prática proporciona um conhecimento do corpo; - Mitos sobre a masturbação; - A masturbação faz parte do desenvolvimento normal;
  • 5. - Entrar em contato com o corpo modificado é algo que, quase sempre, causa desconforto e estranheza; - Com a intensa excitação, característica da adolescência, sintomas como medos e fobias podem aparecer; - A relação de amizade com os amigos do mesmo sexo é uma forma de proteger-se do contato com o sexo oposto, que é muito desejado, mas muito temido também; - O adolescente pode ter fantasias ou contato com pessoas do mesmo sexo;
  • 6. - Por volta dos 15 anos, o adolescente começa a definir sua inclinação sexual; - A masturbação ainda está presente, mas possui outras características, pois já é acompanhada de fantasias com outras pessoas; - O adolescente volta-se, geralmente, para o amor heterossexual; - São frequentes as paixões platônicas;
  • 7. - A pornografia, o uso de álcool ou drogas pode ser alvo de interesse dos adolescentes; - As relações em grupo podem acontecer em meio a sentimentos de inveja, ódio, competição e traição; - Para alguns adolescentes ocorrem as primeiras relações sexuais: 1. Os meninos tendem a espalhar a notícia; 2. As meninas ‘rendem-se’ a essa situação.
  • 8. - Há um afloramento da criatividade, do otimismo, do desejo de justiça... - No final da adolescência, o jovem está mais independente, não precisa tanto do grupo e está à procura de um(a) parceiro(a), com uma capacidade maior de desenvolver a ternura e o cuidado com o objeto amoroso; - Há uma tendência a ir substituindo a masturbação pela relação sexual com um(a) parceiro(a);
  • 9. - Surgem os primeiros interesses sexuais e o início de relações íntimas (ficar, namorar, transar); - A perda da virgindade ainda é um marco importante para os jovens; -A virgindade pode ser vivenciada com orgulho ou com culpa excessiva, de acordo com a educação e tradição da família;
  • 10. Iniciação Sexual Precoce
  • 11. - Idade média da primeira relação sexual: 1. Ocorre entre 15 e 16 anos para os homens; 2. Para as mulheres ocorre aos 17 anos. - O início cada vez mais precoce da atividade sexual pode expor os adolescentes a risco aumentado de infecções por doenças sexualmente transmissíveis, a gravidezes indesejadas e a abusos sexuais; - Há um grande desconhecimento sobre relações sexuais.
  • 12. Sexo na Adolescência - Adolescentes que apresentam vida sexual ativa:  14% dos jovens entre 11 e 14 anos;  44% dos jovens entre 15 e 17;  72% dos jovens acima dos 18 anos.
  • 13. Valores que colocam o adolescente em risco - Valores machistas pregam que o homem "normal" é aquele que tem relações sexuais com o maior número de parceiras; - É falta de virilidade deixar de ter relações sexuais com mulheres que se mostram disponíveis; - A noção de onipotência, típica dos adolescentes, os leva a acreditarem que jamais vão contrair doenças sexuais e que estão imunes a uma gravidez não planejada;
  • 14. - O uso da camisinha muitas vezes está associado à diminuição do prazer, tornando- a alvo de preconceitos e rejeição quanto à utilização; - Mesmo sendo a monogamia a norma mais recomendada socialmente, grande parte dos adolescentes buscam sexuais com vários(as) parceiros(as) ao mesmo tempo; - Há um apelo sexual frequente e precoce, veiculado pela mídia, que expõe os jovens a situações ainda não bem compreendidas por eles.
  • 15. Comunicação entre pais e adolescentes sobre sexualidade Glauco. Doçura. Out./1987. p. 80.
  • 16. Há um grande déficit na Educação Sexual...
  • 17. “Falar de sexualidade, Não se reduz a falar de sexo. É falar de emoções, De sensações, De sentimentos, De amor!  
  • Disponível em:
    www.slideshare.net/.../slides-sexualidade-na-adolescncia-palestra-infanto
música "como tem Zé na paraíba"


música "já sei namorar"


Música "sapato velho"


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Soneto de Fidelidade

Soneto de Fidelidade
Vinicius de Moraes

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.