sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Estudo de caso (Aula dia 13/12/2013)

De início tivemos a dinâmica da teia, o grupo foi totalmente integrado na mesma, e o objetivo era passar o barbante para uma colega e atribuir uma palavra a mesma.Dessa forma criou-se uma teia entre a turma e a cada discurso percebemos o quanto esses quatro anos que passamos juntas marcou nossa vida.Com a dinâmica aprendemos que todos estamos ligados querendo ou não, mesmo tendo personalidades diferentes fazemos parte de um todo, um só grupo, uma só turma.E se estamos unidos podemos e devemos ajudar e entender um ao outro, e essa lição fica não só para uma turma acadêmica, mas, para toda a vida.
Em seguida a turma se dividiu em 4 grupos para analisarmos os estudos de caso.Cada grupo ficou com uma situação para solucionar da melhor maneira possível.O grupo teve que confrontar a solução encontrada com a orientação de um psicólogo.
Através da nossa e das demais apresentações aprendemos que é natural as crianças passarem por situações complicadas envolvendo a sexualidade, mas, elas podem ser resolvidas não só pela escola, ou pelo professor, mas também pela família ou por um especialista na área, com uma conversa sobre o assunto.O importante é que a criança tenha sua dúvida esclarecida e que a informação socializada esteja de acordo com o que a mesma já sabe e com sua faixa etária.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Homofobia (Aula 06/12/13)

A homofobia é um dos males que está presente na nossa sociedade.Esse conjunto de emoções negativas, desprezo, ódio, desconforto e etc, acompanha a rotina diária de muitos brasileiros homossexuais, que tem que conviver com o preconceito e a violência por parte dos homofóbicos.
A homofobia está em todo lugar, nas ruas, lojas, comunidades, família e até nas escolas, onde muitas vezes é consentida e ensinada.
Diversas vezes ela apresenta-se mascarada por padrões impostos pela sociedade e estimulados pelas instituições.Esses padrões impõe os papeis que homens e mulheres devem ter e classificam o que cada um pode fazer e/ou usar, além do comportamento que os mesmos devem ter.
As questões de gênero que ouvimos desde criança e que encaramos com naturalidade já trazem esses padrões, como o de que menino só pode usar azul e menina só pode usar rosa, e se descumprirem essa regra acontece um certo estranhamento por parte pessoas.Como isso é possível nos dias de hoje?
Cor de roupa, nem tão pouco roupa ou estilo define a opção sexual do indivíduo.Porém há grande predominância desses padrões na sociedade em que vivemos.
Existe um modelo hegemônico de masculinidade, nele são induzidas atitudes que devem ser seguidas fielmente, como o homem não pode ter aspectos de feminilidade, nem pode demonstrar afeto, e sim ter atitudes viris e agressivas.Muitos meninos criados com esses padrões provavelmente se tornarão machistas.Quem nunca ouviu essa frase:"Isso é coisa de homem" ou "Eu posso por que sou homem", tudo isso faz com que a homofobia aumente cada dia mais.
A violência é enorme e os casos de homicídios e suicídios são gritantes.Muitos deles nem ficamos sabendo, pois poucos são divulgados na mídia.
Os Estados Unidos, Canadá e a França apresentam um  índice alarmante de suicídios entre os homossexuais.E no Brasil o número de suicídios é bem relevante e vem aumentando ultimamente.
A homofobia prejudica muito a vida escolar das pessoas LGBT, as mesmas sofrem violência e desconforto, afetando o seu bem estar e a sua auto-estima, muitos não suportam toda pressão dos homofóbicos e acabam se evadindo da escola.Poucos concluem os estudos.O que também prejudica o processo de inserção e a permanência no mercado de trabalho.
Desmistificar esses padrões que incentivam a homofobia é um desafio que todos nós devemos tomar pra si, principalmente nós educadores.A escola pode ser um ambiente sem discriminação,  um ambiente seguro para todos, independente da opção sexual de cada um.É difícil mas, é possível lutar contra a homofobia.
Informação, exemplos de casos reais e diálogo entre escola, família e comunidade é um dos meios para enfrentar essa barreira que destrói  cada dia mais as pessoas LGBT.