sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Auto avaliação da disciplina 28/02/2014



Educação e Sexualidade
AUTO AVALIAÇÃO/ SEMESTRE: 2013.2
NOME/ TURMA/ TURNO: Thuanny Pontes  2010.1 Pedagogia manhã__________________________________________________
01
Questionamento
SIM
NÃO
Às vezes
02
Consegui ser pontual, dentro do possível?


X
03
Fui assíduo?
X


04
Estive atento na hora da aula?
X


05
Entreguei trabalho em dia marcado
X


06
Colaborei com minha turma e colegas?
X


07
Dei minha opinião respeitando a dos outros?
X


08
Estudei os textos sugeridos?
X


09
Li sobre o assunto indo além do que foi sugerido?
X


10
Fui capaz de desenvolver meu trabalho com autonomia?
X


11
Tomei a iniciativa de apresentar novas ideias propostas?


X
12
Adquiri conhecimentos?
X


13
Sou capaz de aplicar o que aprendi na minha vida prática?
X


14
Escrevo com clareza e correção?
X


15
Consigo solicitar a ajuda da professora quando necessário?
X



Acho que meu esforço este bimestre poderá ser traduzido pela seguinte nota: __9,5_____
O que tenho ainda a dizer...
A disciplina ao longo do semestre foi bastante proveitosa, foi possível não só discutir textos em sala, como também expor nossa opinião e nossas ideias sobre os diversos temas trabalhados.Como a sexualidade ainda é vista como tabu foi difícil, creio que para algumas pessoas, falar sobre a mesma, mas percebemos que a temática deve sim ser discutida, pois a mesma está presente nas escolas de muitas formas e como pedagogas devemos estar preparadas para lidar com as situações envolvidas pela sexualidade.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Análise da obra: Le Baiser ( O beijo).Aula dia 14/02/2014

Esta obra de arte é denominada "O beijo" do artista realista Auguste Rodin, a mesma data de 1888 a 1889, e está atualmente no Museu Rodin, em Paris.
Relata a história que, para fazer essa escultura o artista se inspirou nos delírios amorosos vividos com sua assistente.E que originalmente essa obra tinha o nome de Francesca da Rimini, pois caracteriza a nobre do século XIII que se apaixona pelo irmão mais novo de seu marido Giovanni Malatesta.Só que esse caso de amor tem um final trágico, visto que o marido de Francesca descobre tudo e mata o casal.
Na escultura os lábios dos amantes não se tocam, o que dá a entender que eles foram mortos antes de seus lábios serem tocados.
Uma versão de bronze foi enviada para uma exposição em 1893 em Chicago, e a escultura foi considerada inadequada para a exibição geral.
Percebe-se que o artista foi muito corajoso em esculpir uma obra que retrata traços da sexualidade.Corajoso, pois naquela época a sexualidade era algo que não podia ser exposto a público, e muitos artistas que pintavam ou esculpiam viam sua obra passar por certo estranhamento por parte da maioria.
Hoje em dia mesmo a sexualidade ainda sendo para muitos um tabu, houve uma mudança no olhar para com a mesma.Sendo ela algo inerente ao corpo, a vida, por que não aborda-la de forma natural e admirar seus traços como nessa escultura por exemplo.
Acredito que os tempos mudaram, e que hoje não é "proibido" falar sobre a sexualidade.Porém ainda hoje há certo estranhamento com algumas situações, essa escultura por exemplo, que relata um caso de amor entre uma mulher casada que se apaixona pelo irmão do marido não foi bem vista na época e creio que hoje em dia também não seria para algumas pessoas que ainda tem a sexualidade como tabu.
Mas se olharmos apenas, para o casal e concentrarmos nosso olhar nos mesmos veremos que há uma troca de carinho, cuidado, mistério, paixão, desejo e amor.Um amor, que como era proibido não pode ser vivido, e o beijo que selaria esse amor talvez não tenha existido.

Referência: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Beijo
Acadêmicas: Thuanny e Ana Carla

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Violência Sexual: caracterização e análise de casos revelados na escola.Aula dia 14/02/2014

O artigo das autoras Viodres Inoue e Ristum vem abordando o tema da violência sexual, através de casos revelados na escola.
A violência é um dos grandes problemas da sociedade contemporânea, atingido principalmente jovens e crianças que dependendo do grau de violência não sobrevivem.
Em relação a violência sexual, um dos fatores mais preocupantes é que os principais agressores são pessoas da família ou conhecidos.Com isso é muito difícil que as vítimas façam denúncias contra os agressores.
A escola como uma instituição de formação tem o papel de conscientizar as crianças e adolescentes sobre seus direitos, presentes na Constituição e no ECA.Além disso a mesma vem se tornando um espaço que constrói elementos de proteção para os alunos, no qual os mesmos podem relatar o que passam através desses abusos.Em muitos casos a grande confidente é a professora, que deve orientar a vítima a não ter medo e denunciar o agressor, o quê não acontece devido o mesmo ser na maioria das vezes alguém da família.
As autoras discutem vários conceitos de violência e também alguns termos como abuso sexual e maus tratos, tragos por algumas categorias como a literatura por exemplo.
Segundo Viodres Inoue e Ristum dentre os tipos de violência  cometidos contra o ser humano, a violência sexual, é o delito menos denunciado na nossa sociedade.As razões para isso são que ainda hoje a sexualidade humana é tida como tabu, portanto não se fala muito sobre a mesma, além disso em casos como esse a vergonha de se expor e o medo de possíveis ameaças também impede que esses casos venham a público e que os agressores sejam denunciados.
As consequências da violência sexual para as vítimas são enormes, além do trauma e do constrangimento de muitas vezes ter que continuar convivendo com o agressor, as vítimas têm depressão, ansiedade, isolamento, comportamento autodestrutivo, problemas escolares e etc.
É necessário ressaltar que a escola como segunda casa de crianças e adolescentes, tem a função de ajudar os mesmos a enfrentar esse problema e a ter coragem para denunciar os agressores.Porém a escola sozinha, não pode dar conta desse problema, que é a violência sexual.É preciso que haja um integração entre educação, segurança, saúde e políticas públicas, para que assim se construa elementos para a proteção de nossas crianças e adolescentes.
Referência:
VIODRES, Inoue Silvia Regina e RISTUM, Marilena.Violência Sexual: caracterização e análise de caos revelados na escola.Estudos de Psicologia.Campina 25 (1) pg 11-21 Janeiro-março, 2008.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Orientação Sexual nos Parâmetros Curriculares Nacionais (Aula dia 07/02/2014)

O artigo de Helena Altmann faz uma análise reflexiva sobre Orientação Sexual nos Parâmetros Curriculares nacionais.
No desenvolvimento deste texto será frisado os aspectos mais importantes abordados por Altmann.
A sexualidade está presente no cotidiano das pessoas, nas relações com a família, amigos e etc.A mesma não poderia deixar de fazer parte do espaço escolar.
A sexualidade permeia a escola, e não é só nas portas de banheiros como muitos pensam, ela está presente nas atitudes dos alunos, conversas, brincadeiras, músicas, enfim em praticamente tudo.Sendo assim não tem como a instituição e/ou o professor não discutir e problematizar essa temática.
A escola tem a grande responsabilidade de orientar os alunos sobre a sexualidade, quebrando os tabus existentes na mesma.Sabemos que é difícil falar sobre isso para muitos professores, mas, se faz necessário discutir e orientar o educando sobre a sexualidade.
Através da ação da escola é possível dialogar sobre prevenção, gravidez precoce, doenças sexualmente transmissíveis e etc.
É importante que os educandos se conscientizem que para ter saúde é preciso conhecer seu próprio corpo e lidar de forma saudável com a sexualidade.
Para socializar a temática da sexualidade o educador não pode reter-se apenas ao livro didático, pois este muitas vezes só aborda conteúdos como: o sistema reprodutor e as transformações ocorridas durante a adolescência.O educador deve ir além disso, procurar informações em outras fontes e estimular que os alunos procurem também.
A escola sendo um espaço de formação e informação tem o papel de ajudar os educandos em todas as fases da vida a entender a sexualidade como algo importante para ter uma vida plena e saudável.
Devido o aumento do número de gravidez indesejada e o aumento do risco de contaminação pelo HIV o Estado percebeu a necessidade de incluir a orientação sexual como tema transversal nos Parâmetros Curriculares Nacionais.Com isso o tema adentrou ainda mais nas escolas, que puderam utilizar a orientação do Parâmetro Curricular para promover discussões e ações sobre a temática.
Percebemos, que é papel da escola, não só da família propiciar ações que orientem os alunos a conviver de forma saudável com a sexualidade.
É necessário que a sexualidade seja discutida desde as séries iniciais, como por exemplo enfocando as questões de gênero.Contudo, ela deve ser discutida de acordo com os aspectos e características da turma e se adequar a faixa etária dos educandos.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Estudo de caso (Aula dia 13/12/2013)

De início tivemos a dinâmica da teia, o grupo foi totalmente integrado na mesma, e o objetivo era passar o barbante para uma colega e atribuir uma palavra a mesma.Dessa forma criou-se uma teia entre a turma e a cada discurso percebemos o quanto esses quatro anos que passamos juntas marcou nossa vida.Com a dinâmica aprendemos que todos estamos ligados querendo ou não, mesmo tendo personalidades diferentes fazemos parte de um todo, um só grupo, uma só turma.E se estamos unidos podemos e devemos ajudar e entender um ao outro, e essa lição fica não só para uma turma acadêmica, mas, para toda a vida.
Em seguida a turma se dividiu em 4 grupos para analisarmos os estudos de caso.Cada grupo ficou com uma situação para solucionar da melhor maneira possível.O grupo teve que confrontar a solução encontrada com a orientação de um psicólogo.
Através da nossa e das demais apresentações aprendemos que é natural as crianças passarem por situações complicadas envolvendo a sexualidade, mas, elas podem ser resolvidas não só pela escola, ou pelo professor, mas também pela família ou por um especialista na área, com uma conversa sobre o assunto.O importante é que a criança tenha sua dúvida esclarecida e que a informação socializada esteja de acordo com o que a mesma já sabe e com sua faixa etária.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Homofobia (Aula 06/12/13)

A homofobia é um dos males que está presente na nossa sociedade.Esse conjunto de emoções negativas, desprezo, ódio, desconforto e etc, acompanha a rotina diária de muitos brasileiros homossexuais, que tem que conviver com o preconceito e a violência por parte dos homofóbicos.
A homofobia está em todo lugar, nas ruas, lojas, comunidades, família e até nas escolas, onde muitas vezes é consentida e ensinada.
Diversas vezes ela apresenta-se mascarada por padrões impostos pela sociedade e estimulados pelas instituições.Esses padrões impõe os papeis que homens e mulheres devem ter e classificam o que cada um pode fazer e/ou usar, além do comportamento que os mesmos devem ter.
As questões de gênero que ouvimos desde criança e que encaramos com naturalidade já trazem esses padrões, como o de que menino só pode usar azul e menina só pode usar rosa, e se descumprirem essa regra acontece um certo estranhamento por parte pessoas.Como isso é possível nos dias de hoje?
Cor de roupa, nem tão pouco roupa ou estilo define a opção sexual do indivíduo.Porém há grande predominância desses padrões na sociedade em que vivemos.
Existe um modelo hegemônico de masculinidade, nele são induzidas atitudes que devem ser seguidas fielmente, como o homem não pode ter aspectos de feminilidade, nem pode demonstrar afeto, e sim ter atitudes viris e agressivas.Muitos meninos criados com esses padrões provavelmente se tornarão machistas.Quem nunca ouviu essa frase:"Isso é coisa de homem" ou "Eu posso por que sou homem", tudo isso faz com que a homofobia aumente cada dia mais.
A violência é enorme e os casos de homicídios e suicídios são gritantes.Muitos deles nem ficamos sabendo, pois poucos são divulgados na mídia.
Os Estados Unidos, Canadá e a França apresentam um  índice alarmante de suicídios entre os homossexuais.E no Brasil o número de suicídios é bem relevante e vem aumentando ultimamente.
A homofobia prejudica muito a vida escolar das pessoas LGBT, as mesmas sofrem violência e desconforto, afetando o seu bem estar e a sua auto-estima, muitos não suportam toda pressão dos homofóbicos e acabam se evadindo da escola.Poucos concluem os estudos.O que também prejudica o processo de inserção e a permanência no mercado de trabalho.
Desmistificar esses padrões que incentivam a homofobia é um desafio que todos nós devemos tomar pra si, principalmente nós educadores.A escola pode ser um ambiente sem discriminação,  um ambiente seguro para todos, independente da opção sexual de cada um.É difícil mas, é possível lutar contra a homofobia.
Informação, exemplos de casos reais e diálogo entre escola, família e comunidade é um dos meios para enfrentar essa barreira que destrói  cada dia mais as pessoas LGBT.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Vídeo: Campanha Contra Homofobia na Irlanda

Esse vídeo também faz parte da Campanha Contra a homofobia.O mesmo aborda a história de dois  jovens que se relacionam na escola.Comparando esse vídeo com o anterior (Encontrando Bianca) podemos perceber que em cada um deles prevalece uma tipo de preconceito diferente.No primeiro vídeo feito no Brasil a transexual Bianca sofria um preconceito físico em forma de ameaças violentas, já no segundo que foi feito na Irlanda o preconceito era verbal, mesmo assim não deixa se ser algo ofensivo e destrutivo.